sábado, 19 de novembro de 2016

Do túnel do tempo e do fundo do baú... Há 13 anos "Poetas do Partenon Literário... e eu estava lá..."



Do túnel do tempo e do fundo do baú... Poetas do Partenon Literário... e eu estava lá...

Foto de Charles Netto.
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Charles Netto http://otaviorochaescola.blogspot.com.br/.../partenon...

Escola Estadual de Ensino Médio Otávio Rocha: PARTENON...
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Charles Netto http://biblioteconomiaepatrimonio.blogspot.com.br/.../par...

Biblioteconomia & Patrimônio
Um lugar para a biblioteconomia, a educação patrimonial, o patrimônio cultural, as bibliotecas,...
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Charles Netto Além da Revista Literária (na verdade livro), o Partenon Literário publica outros seis títulos:

Coleção Autores Reunidos,
Coleção Prata da Casa,
Coleção Nossas Letras,
Coleção Letras Jurídicas,
Coleção Palestras do Partenon e a
Coleção Arquivo e História.
27 de agosto de 2012 às 01:14 · Descurtir · 1

Charles Netto A Sociedade Parthenon Litterario foi criada em 18 de junho de 1868, num período de efervescência social e política, com a Guerra do Paraguai em andamento, as idéias republicanas em expansão e uma forte retomada do movimento abolicionista.
Sediada em Porto Alegre, contava com colaboradores de toda província, promovendo um intercâmbio cultural que impulsionou a intelectualidade riograndense. Sua criação foi centrada em duas figuras: o médico e escritor José Antônio do Vale Caldre e Fião, presidente honorário, e o jovem Apolinário José Gomes Porto-Alegre. Caldre e Fião além do apoio à iniciativa, emprestou seu prestígio pessoal, pois era autor conhecido. Já Apolinário foi fundamental com sua atuação e postura.
Seu surgimento permitiu o intercâmbio de informações, textos e idéias entre os autores membros, promovendo a circulação de matérias literárias em diferentes jornais que percorreram os mais distantes recantos do Rio Grande do Sul. Sua atuação não se resumiu apenas à divulgação de literária, mas também expandir a cultura dos gaúchos, oferecendo cursos noturnos para adultos (mostrando sua preocupação com a formação intelectual da população) e criando uma biblioteca com importantes obras de Filosofia, História e Literatura e um museu com seções de Mineralogia, Arqueologia, Numismática e Zoologia. As aulas noturnas foram uma das atividades mais duradouras, permanecendo até 1884 quando, devido à dificuldades financeiras e falta de um local para abrigar as aulas, estas foram suspensas.
A Sociedade participava de campanhas abolicionistas, angariando fundos para libertação de escravos e propagava os ideais republicanos. Promovia também debates com temas diversos como a Revolução Farroupilha, casamento , pena de morte e feminismo.
Ao longo de sua existência funcionou em diversos locais, sem nunca ter tido sede própria. Em novembro de 1873, numa cerimônia em que estiveram o presidente da província, João Pedro Carvalho de Morais, e o bispo de Porto Alegre houve uma primeira tentativa de fundação de um espaço próprio, em uma região, na época, distante do centro da cidade, que deu o nome a um dos atuais bairros de Porto Alegre, o Partenon. A sede seria onde hoje é a Igreja Santo Antônio. Outra tentativa deu-se em 10 de janeiro de 1885, com presença da Princesa Isabel e do Conde D'Eu, lançou-se a pedra fundamental de um edifício que seria localizado na rua Riachuelo.
O Partenon Literário precedeu 30 anos a Academia Brasileira de Letras, publicando diversas obras literárias, bem como a tradicional Revista Literária, ora em formato de livro, seu legado mais forte. A Revista circulou durante dez anos e continha críticas literárias, biografias, comentários, editoriais e estudos sobre a história e cultura gaúchas. Discursos proferidos na Sociedade eram depois transcritos para a revista, além de contos, narrativas, peças teatrais e poesias. Os textos mais longos eram divididos em diversas partes e publicados ao longo de diversos números.
Entre os membros de destaque da sociedade pode-se citar: Apolinário José Gomes Porto-Alegre, seus irmãos Apeles e Aquiles, Afonso Luís Marques, Alberto Coelho da Cunha (Vítor Valpírio), Antônio Vale Caldre Fião, Argemiro Galvão, Augusto Rodrigues Tota, Aurélio Veríssimo de Bittencourt, Bernardo Taveira Júnior, Bibiano Francisco de Almeida, Carlos von Koseritz, Francisco Antunes Ferreira da Luz, Francisco Isidoro de Sá Brito, Hilário Ribeiro, Inácio de Vasconcelos Ferreira, José Bernardino dos Santos, João Damasceno Vieira Fernandes, José Carlos de Sousa Lobo, Lobo da Costa, Múcio Scevola Lopes Teixeira, dentre inúmeros outros. Entre as mulheres se destacaram Luciana de Abreu,a primeira mulher a subir na tribuna para falar em público, Luísa de Azambuja, Amália dos Passos Figueroa e Revocata Heloísa de Melo.
A sociedade foi extinta por volta de 1925, mediante a doação de terreno que tinha obtido para a construção de sua sede, pois de fato já deixara de existir desde 1885 quando paralisou os trabalhos associativos.
27 de agosto de 2012 às 01:16 · Descurtir · 1

Charles Netto Refundação: Depois de 112 anos, reiniciou as suas atividades em 1997 a partir de um grupo de intelectuais interessados em prosseguir com os postulados dos próceres de 1868. Juridicamente, no entanto, apesar de dizer-se que a Sociedade reiniciou as suas...Ver mais

Sociedade Pártenon Literário – Wikipédia, a enciclopédia livre
A Sociedade Parthenon Litterario foi criada em...
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27 de agosto de 2012 às 01:17 · Descurtir · 1 · Remover visualização

Charles Netto A antologia literária Genesis se constituiu no primeiro volume da Coleção Autores Reunidos, quase ou praticamente esgotada no seu lançamento, em novembro de 2003, e já se encontra em fase final o volume II, com algumas vagas e ainda sem título definido.
Existem inúmeros autores por publicar e existem escritores consagrados que se dispõem, sem quaisquer preconceitos, a escrever e publicar junto com autores que, ainda no ensino fundamental ou médio, se envolvem com os dons da literatura. De resto, como foi o caso do próprio Múcio Teixeira que ingressou no Parthenon Literário com quinze anos, por sinal, dentre inúmeros outros integrantes, naquela ocasião, e agora na atualidade, como é o objeto de recente publicação, “A Mocidade do Parthenon Litterário”, de Benedito Melgarejo Saldanha, que se tornou sócio após o lançamento.
No ano de 2003 deu-se a comemoração dos 135 anos com uma Exposição Lítero-histórico-fotográfica na Câmara Municipal de Porto Alegre. Além de exemplares raros, a exposição contou com fac-símiles das capas dos autores contemporâneos integrantes da Sociedade Partenon Literário.
A mostra tem por objetivo divulgar ao público em geral a trajetória da entidade que se dedica à literatura e à arte, constituindo-se em uma das Sociedades mais importantes e representativas no cenário da cultura nacional.
Atualmente reúne escritores, poetas, atores e músicos, difundindo as mais variadas formas de cultura.
27 de agosto de 2012 às 01:18 · Descurtir · 1

Charles Netto http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_do_Rio_Grande_do_Sul

Literatura do Rio Grande do Sul – Wikipédia, a enciclopédia livre
A Literatura do Rio Grande do Sul se refere à...
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27 de agosto de 2012 às 01:20 · Curtir · Remover visualização

Charles Netto http://www.academia.org.br/.../cgilua.exe/sys/start.htm...

Academia Brasileira de Letras - Augusto Meyer - Biografia
Sexto ocupante da Cadeira 13, eleito em 12 de...
ACADEMIA.ORG.BR
27 de agosto de 2012 às 01:21 · Descurtir · 1 · Remover visualização

Charles Netto Salão Nobre do Petit Trianon: http://www.academia.org.br/.../htm/abl2011/fotos/21.jpg
ACADEMIA.ORG.BR
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Charles Netto http://pt.wikipedia.org/.../Academia_Rio-Grandense_de_Letras

Academia Rio-Grandense de Letras – Wikipédia, a enciclopédia livre
A Academia Rio-Grandense de Letras tem como...
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27 de agosto de 2012 às 01:25 · Curtir · Remover visualização

Charles Netto http://farolante.wordpress.com/.../site-oficial-da.../

SITE OFICIAL DA SOCIEDADE PARTENON LITERÁRIO
Amigos e simpatizantes da Sociedade Partenon...
FAROLANTE.WORDPRESS.COM
27 de agosto de 2012 às 01:29 · Descurtir · 1 · Remover visualização

Charles Netto http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/3553054

LITERATURA GAÚCHA - DAS ORIGENS AO PARTENON...
RECANTODASLETRAS.COM.BR
27 de agosto de 2012 às 01:30 · Descurtir · 1 · Remover visualização

Charles Netto http://www.litoralmania.com.br/colunas.php?id=2043
27 de agosto de 2012 às 01:32 · Descurtir · 1

Charles Netto Posse Partenon Literário É com satisfação que comunico aos leitores minha posse como escritora da valorosa Sociedade Partenon Literário de Porto Alegre. No ato, foram meus padrinhos o Sr. Serafim de Lima Filho e sua esposa Amália Navarro de Lima.

A Sociedade Partenon Literário é uma instituição pioneira da literatura gaúcha. Fundada em 18/06/1868 na então capital da província. O Partenon Literário tem a premissa de manter vivo o ideal da instituição desde a luta pela alforria dos escravos, bem como a implantação da república, a valorização do papel da mulher na sociedade, planejamento e publicação inovadora de revista que virou referencia no Brasil. Cultivou uma biblioteca volumosa, lutou pela valorização do estudo ao ponto de ministrar gratuitamente aulas noturnas.

Como bem coloca o escritor Achylles Chiappin; as fases diversas e desafiadoras fazem parte de toda a obra. Tal também aconteceu na vida da Sociedade Partenon Literário. Ora crescia, ora enfraquecia, consoante os líderes e as circunstancias sociais e históricas. E, assim foi-se mantendo a instituição.

Embora com inúmeras dificuldades em 1997 abriram-se novamente os caminhos da entidade com um grupo de intelectuais e simpatizantes da causa literária que começou a se reunir visando o restabelecimento da associação literária que outrora fora considerada o símbolo da literatura gaúcha: A Sociedade Partenon Literário. Liderada inicialmente por Serafim de Lima Filho e Hugo Ramirez a renomada instituição voltou funcionar encontrando eco nos seus ideais.

Foram e são integrantes e simpatizantes da entidade, homens e mulheres que tem pela literatura gaúcha uma devoção verdadeira assim como seus criadores Apolinário Porto Alegre, Caldre e Fião, Mucio Teixeira, Lobo da Costa e a pioneira do feminismo, a professora Luciana de Abreu entre outros.

A sociedade Partenon Literário foi declarada entidade de utilidade pública pela cidade de Porto Alegre e também Patrimônio Cultural pelo governo do estado do Rio Grande do Sul, Nos dias atuais reflete o legado de seus primórdios, porém oferecendo espaço para todo o tipo de manifestação cultural. Oportunizando também aos participantes e simpatizantes, a discussão dos anseios da sociedade rio-grandense de forma aberta e sem qualquer tipo de preconceito.

A Sociedade Partenon Literário atualmente é presidida por Benedito Saldanha, pessoa que busca ampliar o leque de atuação da entidade integrando escritores e pensadores. Na 57ª feira do livro em Porto Alegre que acontecerá de 28/10 a 15/11/11 será lançado uma nova edição do livro Vozes da Sociedade Partenon Literário. http://www.litoralmania.com.br/albumcol/2043~2.jpg
LITORALMANIA.COM.BR
27 de agosto de 2012 às 01:34 · Descurtir · 1 · Remover visualização

Charles Netto Universidade Federal do Rio Grande – FURGInstituto de Letras e ArtesLiteratura do Rio Grande do Sul/2011No rastro do Parthenon Literário
Mauro Nicola Póvoas
1
O texto a seguir pretende contar um pouco da história dos periódicos, literários ounão, e, mais especificamente, centra-se na
Revista Mensal da Sociedade Partenon Literário
. Para tanto, apresenta-se dividido em quatro partes, assim postas: 1) O periodismoliterário em diferentes geografias: Europa, Brasil, Rio Grande do Sul; 2) A trajetória daSociedade Partenon Literário e da sua
Revista Mensal
; 3) Seis poemas para o Partenon; 4)Bibliografia sobre o Partenon Literário.

SALDANHA, Benedito.
A mocidade do Parthenon Litterário
. Porto Alegre: Alcance,2003.SANHUDO, Ari Veiga.
Porto Alegre
: crônicas da minha cidade. Porto Alegre: Sulina,1961.SANMARTIN, Olyntho.
Painel
. Porto Alegre: A Nação, 1970. _____.
Rio Grande do Sul
: imagem da terra gaúcha. Porto Alegre: Cosmos, 1942.SANTI, Álvaro.
Do Partenon à Califórnia
: o nativismo gaúcho e suas origens. PortoAlegre: Ed. da Universidade/UFRGS, 2004.SANTOS, Volnyr.
Apontamentos de literatura gaúcha
. Porto Alegre: Sagra; EDIPUCRS,1990.SCHITZ, Viviane Salatti.
Presença de mulher
: a produção feminina na
Revista daSociedade Partenon Literário
. Dissertação (Mestrado em Letras). Faculdade deLetras, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2003.SCHNEIDER, Edgar Luiz. Imprensa sul-rio-grandense nos séculos XIX e XX. In:BARRETO, Abeillard et al.
Fundamentos da cultura rio-grandense
. Porto Alegre:Faculdade de Filosofia da Universidade do Rio Grande do Sul, 1962. 5ª série. p. 81-101.SCHÜLER, Donaldo.
A poesia no Rio Grande do Sul
. Porto Alegre: Mercado Aberto; IEL,1987.SILVA, Jandira M. M. da; CLEMENTE, Ir. Elvo; BARBOSA, Eni.
Breve histórico daimprensa sul-rio-grandense
. Porto Alegre: Corag, 1986.SILVA, João Pinto da.
História literária do Rio Grande do Sul
. Porto Alegre: Globo, 1924.SOARES, Pedro Maia. Feminismo no Rio Grande do Sul: primeiros apontamentos (1835-1945). In: BRUSCHINI, Maria Cristina A.; ROSEMBERG, Fúlvia (Org.).
Vivência
:história, sexualidade e imagens femininas. São Paulo: Brasiliense, 1980. p. 121-150.SODRÉ, Nelson Werneck.
História da imprensa no Brasil
. Rio de Janeiro: Graal, 1977.SOUTO-MAIOR, Valéria Andrade.
Índice de dramaturgas brasileiras do século XIX
.Florianópolis: Mulheres, 1996.TACQUES, Alzira Freitas.
Perfis de musas, poetas e prosadores brasileiros
: antologia deescritores brasileiros e estrangeiros. Porto Alegre: Thurmann, 1956-1958. 5 v.TEIXEIRA, Álvaro.
Múcio Teixeira
: o homem, o poeta, o prosador, o tribuno, o cientista.44

Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1922.TEIXEIRA, Múcio.
Os gaúchos
. Rio de Janeiro: Leite Ribeiro & Maurillo, 1920-21. 2 v.VELLINHO, Moysés. No centenário do Partenon Literário.
Correio do Povo
, Porto Alegre, p. 8, nov. 1969. _____. O Partenon Literário. In: PRIMEIRO Seminário de Estudos Gaúchos. Porto Alegre:PUCRS, 1957.VILLAS-BÔAS, Pedro.
Dicionário bibliográfico gaúcho
. Porto Alegre: EST; EDIGAL,1991. _____.
Notas de bibliografia sul-rio-grandense
: autores. Porto Alegre: A Nação; IEL,1974.VILLAS-BÔAS, Pedro; PRADO, Luiz Alberto Garcia do (Org.).
Sonetos gaúchos
:sonetária. Canoas: La Salle, 1989. v. 1.WINDBERG, Maria Clair (Org.).
Anais do Curso de Literatura e História do Rio Grandedo Sul
. Santo Ângelo: Fundação Regional Integrada, 1990.ZILBERMAN, Regina. Nos
Crepúsculos
, as “luzes das letras”.
Letras de Hoje
, PortoAlegre, v. 39, n. 2, p. 35-45, jun. 2004. _____. As escritoras e a história da literatura. In: ANTOLOGIA em prosa e verso VII.Santa Maria: Pallotti; Associação Santa-Mariense de Letras, 2001. p. 164-181. _____.
Roteiro de uma literatura singular
. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS,1992. _____.
A literatura no Rio Grande do Sul
. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1992. _____. Mulheres sul-rio-grandenses: a voz por trás do gauchesco.
Travessia
, Florianópolis,n. 23, p. 37-53, 2º sem. 1991. _____.
Paisagens
e as origens do regionalismo sul-rio-grandense. In: PORTO ALEGRE,Apolinário.
Paisagens
. Porto Alegre: Movimento; Brasília: MinC; Pró-Memória;INL, 1987. _____.
Literatura gaúcha
: temas e figuras da ficção e da poesia do Rio Grande do Sul.Porto Alegre: L&PM, 1985.ZILBERMAN, Regina et al (Org.).
Um dia todas essas coisas hão de ser história
: textosfarroupilhas. Porto Alegre: PUCRS; ERUS, 1985.45

ZILBERMAN, Regina; SILVEIRA, Carmen Consuelo; BAUMGARTEN, CarlosAlexandre.
O Partenon Literário
: poesia e prosa. Porto Alegre: EST; InstitutoCultural Português, 1980. http://pt.scribd.com/.../Bibliografia-sobre-o-Partenon...

No Rastro Do Partenon Literario
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27 de agosto de 2012 às 01:40 · Descurtir · 1 · Remover visualização

Charles Netto LITERATURA GAÚCHA - DAS ORIGENS AO PARTENON LITERÁRIO (1868) - BREVE CONTRIBUIÇÃO (ESTUDO DOS AUTORES) http://www.landrooviedo.com/visualizar.php?idt=3553053 http://pt.scribd.com/.../Bibliografia-sobre-o-Partenon...
LITERATURA GAÚCHA - DAS ORIGENS AO PARTENON LITERÁRIO (1868) - BREVE CONTRIBUIÇÃO (ESTUDO DOS AUTORE
Estudo dos autores Delfina Benigna da Cunha Vinte vezes a lua prateada Inteiro rosto seu mostrado havia, Quando terrível mal que já sofria, Me tornou para sempre desgraçada.
LANDROOVIEDO.COM
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Charles Netto Obrigado amiga Willene Belchior Emoticon like
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Charles Netto Obrigado amiga Maria Do Carmo Barreto Emoticon like
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Charles Netto

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Há 13 anos
"Poetas do Partenon Literário... e eu estava lá..."

sábado, 22 de outubro de 2016

É Aterrorizante brincadeira dos palhaços vira caso de polícia... "Complemento meu não brinque com uma profissão que é séria" Atualmente, jovens começaram a se vestir de palhaços com a intenção de assustar as pessoas na rua. A brincadeira começou nos Estados Unidos, mas rapidamente se espalhou em outros países. No Brasil, já surgiram diversos relatos de pedestres que tomaram um susto. Em Sorocaba, um criminoso fantasiado se aproveitou da situação e assaltou uma família enquanto fechava acordo de uma festa. - E Os Palhaços Assustadores no Fantástico 16/10/2016... Aparições de palhaços aterrorizantes causam histeria em massa no planeta Nos Estados Unidos, no Canadá, na Inglaterra, na Austrália e até no Brasil, relatos de pessoas fantasiadas vistas nas ruas deixa população apavorada. Respeitável público, vai começar um espetáculo para lá de bizarro! Relatos de aparições de palhaços aterrorizantes têm pipocado pelo mundo todo, causando uma histeria em massa que tomou conta, inicialmente, dos Estados Unidos, mas que logo se espalhou por Canadá, Inglaterra, Austrália e até pelo Brasil. Fontes: Domingo Espetacular e G1

O DESABAFO DE UM PALHAÇO DE VERDADE! #4 nos vídeos Em alta - No twitter coloque #PalhaçoAssassinoÉMeuZovo - #PalhaçoAssassinoéFAKE...

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Bem simples assim: Um "olhar no infinito" apenas!

Em um dos meus Selfies: "Auto Retrato"...

domingo, 18 de setembro de 2016

Servidores Públicos não são ladrões... Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, a saber: “O político, por mais ladrão que seja, todo ano tem que enfrentar o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”... (POSICIONAMENTO: Folha de S. Paulo repercute texto de magistrado de Goiás sobre declaração do ex-presidente Lula).

Juiz Eduardo Perez
Juiz Eduardo Perez (Imagem reprodução do site... Do portal da Asmego.
O Blog do Fred, da Folha de S. Paulo, repercutiu nesta sexta-feira (19) o texto “Servidores Públicos não são ladrões”, do juiz Eduardo Perez de Oliveira. Publicado originalmente no perfil pessoal do Facebook, no texto o magistrado reflete sobre declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que compara o exercício de servidores públicos concursados e políticos.
Confira abaixo ou clique aqui para ler a publicação no portal da Folha.
Servidores Públicos não são ladrões
Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, a saber:
“O político, por mais ladrão que seja, todo ano tem que enfrentar o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”
Eu fiquei em dúvida se era verdade, já que tem tanta mentira por aí sendo espalhada. Chegaram a inventar, vejam só, que os procuradores tinham dito não possuir provas contra o Sr. Luiz Inácio, somente convicção, o que é uma tremenda inverdade. Não se pode mesmo acreditar em tudo na internet.
Verdade ou mentira, fiquei aqui pensando se essa frase faz sentido.
Eu estou Juiz de Direito, aprovado em concurso público, também em outros cargos antes de lograr esta graça. Como a memória da gente é falha, eu me esforcei para lembrar como foi o processo.
Conferi, cuidadosamente, se eu não tinha sido financiado por alguma empreiteira. Também verifiquei se eu não tinha obtido meu cargo desviando dinheiro de alguma empresa pública, fazendo aí um caixa 2 para me apoiar. Pode ser a idade, mas não me veio à memória disso ter acontecido.
O que me recordo é do esforço dos meus avós, dos meus pais e dos meus familiares, mas muito esforço mesmo, para garantir educação, sem luxos. Também não me é familiar ter participado de esquemas ou ajustes partidários. Não dava tempo, saindo de casa para trabalhar às sete da manhã e voltando às nove, dez horas da noite, só com o horário do almoço para abrir os livros e enfrentar o escárnio.
Eu lembro de ter estudado muito, da frustração em razão do pouco tempo, das dúvidas se algum dia eu chegaria lá. Eu me recordo bem do dia da minha prova oral, num estado onde não conhecia ninguém, tremendo diante dos examinadores de uma banca absolutamente imparcial presidida pelo Desembargador Leandro Crispim.
Quem sabe estaria mais calmo se eu tivesse feito coligação, se uma mão lavasse a outra, se algum ajuste, talvez aquele esquema… Mas não daria certo. Veja você que eu estava prestando um concurso público e até a fase oral eu não tinha rosto, e a banca (que injustiça!) também era formada quase que absolutamente por gente concursada, magistrados aprovados em um concurso semelhante.
Não iria adiantar caixa 2, apoio parlamentar, conversa de bastidor. Eu estava ali para ser examinado imparcialmente pelos meus conhecimentos. Era só Deus e eu.
Vai ver, pensei, que meu caso é um daqueles fora da curva, uma das tais histórias malucas. Quem sabe a regra não fosse a interferência política e econômica nos concursos?
Conversei com vários colegas juízes e, fato estranho, todos confirmaram que não fizeram caixa dois, nem coligação, nem tiveram conversas de bastidores. Estudaram, com muito esforço, alguns com privação, e foram aprovados em um concurso impessoal e imparcial.
Para não dizer que é coisa de juiz, essa tal elite, falei com meus amigos procuradores, promotores, escreventes, oficiais de justiça, policiais civis e militares, delegados, professores, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e tantos outros aprovados em concurso público de provas e títulos.
Todos deram a mesma resposta: lograram êxito após muito estudo, de forma limpa e transparente.
“Mas nenhuma empreiterazinha?”, insisti. “Quem sabe alguma verba de empresa pública?”. Não. Foi estudo mesmo.
O mais curioso é que todos tiveram que apresentar certidão de antecedentes criminais, logo, nenhum podia ser ladrão. Nem ladrão, nem outra coisa. Algumas carreiras fazem sindicância de vida pregressa. Ai do candidato que não possui um passado ético, com certeza não entraria pela estreita porta do concurso público.
Aproveitei e, ainda meditando sobre a frase, me peguei pensando se todo ano, ou melhor, a cada quatro anos (alguns, oito), eu precisava enfrentar o povo.
Realmente, se o Sr. Luiz Inácio disse isso, ele está certo. Eu não enfrento o povo anualmente. Aliás, eu não enfrento o povo. Não tenho medo da minha gente, nem litígio com ela. Eu sou povo também. Pode parecer surpresa, mas concursado faz parte da nação.
Eu não enfrento, eu atendo. Eu recebo preso. Eu recebo mãe de preso, pai, vó, filhos, esposa de preso. Recebo conselheiro tutelar. Recebo advogado. Recebo as partes também. Ouço a vítima do crime, ou, em situações mais tristes, os que sobreviveram a ela. Eu vejo o agrícola que vai pedir para aposentar. Vejo o cidadão que não tem medicamento, a mãe que busca escola pro filho, o neto que busca uma vaga de UTI pro avô.
Eu cansei de ver o piso do fórum gasto de passar tanto calçado, de chinelo usado a sapato caro, de gente que vê no Judiciário seu único porto seguro. Gente que não conseguiu vaga em escola, em creche. Que não conseguiu remédio. Que se acidentou na estrada esburacada. Que trabalhou nesse calor inclemente do Centro-Oeste por quarenta anos ou mais, com a pele curtida de sol, e quando foi pedir aposentadoria disseram a ele que não tinha prova. Não sou quiromante, mas eu aprendi a ler a mão e o rosto desse povo. Aprendi a falar a língua deles, não porque eles vão votar em mim, mas porque é minha obrigação para aplicar a lei.
Essa mesma gente que os políticos enfrentam (enfrentam, vejam vocês!), segundo a tal frase, eu atendo todo dia. É meu dever, e com que prazer eu realizo esse dever!
Eu atendo essa gente que vem acreditando há décadas nesses políticos que, como um fenômeno natural, aparecem apenas de forma episódica e em determinadas épocas. Um povo que acreditou que teria saúde, educação, segurança, lazer, trabalho, aposentadoria, dignidade e tantos direitos básicos só por ser gente, mas não tem.
Esse mesmo povo que vota, que deposita na urna sua esperança, a recolhe depois despedaçada, cola o que dá e procura o promotor ou o defensor público, servidores concursados, quando não um nobre advogado dativo ou pro bono, para pedir ao juiz esse direito sonegado. São os concursados que garantem esse direito.
São os juízes que aplicam a lei criada pelos políticos eleitos para o Legislativo, e nessas horas em que a lei é dura e talvez não tão justa, quando devemos fazer valer o seu império, só nos resta ouvir e consolar.
Juízes, é preciso dizer, não são máquinas, porque nessas engrenagens desprovidas de coração que formam o sistema, é a nossa alma que colocamos entre os dentes do engenho para aplacar seu cruel atrito.
E quando estamos sozinhos, nós sofremos, nós choramos, porque lidamos também com a desgraça do povo, do nosso povo, do povo do qual fazemos parte e que não enfrentamos, mas atendemos.
Perguntei aos meus amigos promotores, defensores, escreventes, analistas, oficiais de justiça, professores, policiais, guardas civis metropolitanos, agentes carcerários, bombeiros, militares, médicos, agentes de saúde, enfermeiros e tantos outros, se eles por acaso enfrentavam o povo, mas me disseram que esse povo eles faziam era atender.
É também a alma deles que lubrifica essa máquina atroz que é o sistema.
É à custa da alma do concursado que o Estado se humaniza. Que o digam nossas famílias, nossos amigos… que digamos nós, quando abrimos mão de tanta coisa para cumprir nossa missão, quando para socorrer um estranho muitas vezes alguém próximo a nós precisa esperar.
Forçoso que se concorde, nós não enfrentamos o povo a cada dois, quatro anos. Nós o atendemos dia e noite, nós olhamos seu rosto, tentamos aplacar sua angústia em um país em que tudo falta, quando um médico e sua equipe não tem nem gaze no hospital público.
E fazemos isso porque amamos nossa profissão, seja ela qual for, não porque precisamos de votos. Nós chegamos onde chegamos com dedicação, não com esquemas, e sem lesar o patrimônio público ou a fé da nação.
São servidores públicos concursados que estão descobrindo as fraudes que corroem nosso Brasil, do menor município à capital do país, e serão servidores públicos concursados a julgar tais abusos. São servidores públicos concursados que patrulham nossas ruas, que atendem em nossos hospitais, que ensinam nossas crianças.
Nós não precisamos prometer nada para o povo, nós agimos.
Realmente, é preciso temer pessoas que possuem um compromisso com a ética, não com valores espúrios.
Fonte: Assessoria de Comunicação da ASMEGO, com informações da Folha de S. Paulo
Do Link a seguir...
https://asmego.org.br/2016/09/16/folha-de-s-paulo-repercute-texto-de-magistrado-goiano-sobre-declaracao-do-ex-presidente-lula/

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Sou Brasileiro Sim, e com muito Orgulho, e sempre discordo daquela máxima de que o importante é que falem do Brasil, pois se forem para falar do Brasil falem de Bem e não será preciso criarem estória fantasiosas sobre a minha terra quando aqui passarem, e se for para mentirem é preferível nunca falarem que estiveram aqui ou mesmo que conheceram o Brasil com suas lembranças FAKE (FALSO) ou falsas e tenho dito! (Essa é a minha "Reflexão" sobre a #RIO2016 #BRA das Olimpíadas 2016)...

 

Repito: Sou Brasileiro Sim, e com muito Orgulho, e sempre discordo daquela máxima de que o importante é que falem do Brasil, pois se forem para falar do Brasil falem de Bem e não será preciso  criarem estória fantasiosas sobre a minha terra quando aqui passarem, e se for para mentirem é preferível nunca falarem que estiveram aqui ou mesmo que conheceram o Brasil com suas lembranças FAKE (FALSO) ou falsas e tenho dito! (Essa é a minha "Reflexão" sobre a #RIO2016 #BRA das Olimpíadas 2016)...

sábado, 4 de junho de 2016

Para sentir o Perfume das Rosas será preciso se aproximar o mais perto delas e sem ter o receio se elas estão ou não com espinhos! Temos o dever de cuidar também do colorido que há no nosso meio ambiente a cada dia... Meio Ambiente é todos os dias...








Like a Prayer - Madonna - Super Bowl (legendado PT_BR) - ‪#‎Madonna‬ ‪#‎paz‬ ‪#‎peace‬ ‪#‎paris‬ ‪#‎frança‬ ‪#‎prayforworld‬ ‪#‎lovemovestheworld‬


Belíssimo: "Assim como uma oração, eu te guiarei..." Like a Prayer - Madonna - Super Bowl (legendado PT_BR)...

Madonna em lágrimas dedica Like a Prayer às vítimas de Paris
EPA/OLIVER BERG - PUB
Antes, seis minutos e meio de discurso emocionado e um minuto de silêncio em homenagem aos que morreram na sexta-feira

Um dia depois dos atentados de Paris, Madonna interrompeu o seu concerto de sábado em Estocolmo, capital da Suécia, integrado na digressão Rebel Heart, para homenagear as vítimas do terrorismo na capital francesa. Fê-lo com um discurso emocionado e as lágrimas a caírem-lhe pelo rosto.

"Tenho de aproveitar este momento para abordar a tragédia, as trágicas mortes, os assassinatos, o fim absurdo de vidas preciosas, ontem à noite, em Paris", disse Madonna. Sempre com a fala entrecortada pelo choro, a cantora norte-americana confessou: "Está a ser muito difícil fazer este espetáculo porque me sinto dilacerada e dividida. Por que razão estou aqui a dançar e a divertir-me quando há pessoas que choram pela perda dos seus entes queridos".
Madonna admitiu que o seu primeiro instinto - tal como aconteceu com os Foo Fighters ou com os U2, que adiaram os seu espetáculos na Europa - foi cancelar o concerto de Estocolmo, agendado para 24 horas depois dos atentados de sexta-feira. Mas logo de seguida, disse, pensou que não podia ceder às ações de terroristas, não podia permitir que estes a travassem. E Porquê? Porque "é isso que eles querem: querem calar-nos, querem silenciar-nos e nós não vamos deixar!" concluiu, provocando uma reação efusiva no público.
Ao longo de seis minutos e meio, a cantora fez um discurso em que falou dos que não têm respeito pela vida, dos que atentam contra a liberdade e outros valores preciosos e terminou afirmando que só o amor incondicional, mesmo por aquilo que não compreendemos, por aquilo que é diferente, poderá salvar o mundo. "Temos de começar a tratar-nos melhor uns aos outros!", disse.
De seguida, Madonna convidou as milhares de pessoas presentes na Tele2 Arena de Estocolmo a fazerem com ela um minuto de silêncio em memória das vítimas. Silêncio que foi apenas entrecortado pelos soluços de choro de Madonna, que não se conteve.
No final, a cantora lançou ainda outro convite ao público: "Vamos cantar todos juntos esta oração!" E começou a cantar Like a Prayer, um êxito de Madonna já com 26 anos mas que a assistência acompanhou, cantando a plenos pulmões em homenagem às vítimas de Paris.
Noutro momento do concerto, e ainda rendendo homenagem aos que não sobreviveram aos atentados de sexta-feira, 13, Madonna cantou La Vie en Rose, o conhecido êxito de Edith Piaff. Sozinha no palco, acompanhando-se à viola e de novo chorando, a cantora interpretou a canção em francês. "Esta música é uma canção de amor francesa, então é dedicada não apenas ao ideal romântico, mas a toda a França, e às pessoas que me inspiram para cantar canções de amor", explicou.
U2 presta homenagem às vítimas junto do Bataclan
Depois de tão emocionada homenagem, fica a expectativa quanto ao que Madonna fará em Paris. A cantora americana tem dois concertos previstos para 9 e 10 de dezembro na capital francesa.
Paris - 16 DE NOVEMBRO DE 2015 - Temas - HOMENAGEM: MADONNA  
Paris Prince adia digressão europeia após atentados...
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A vida é um mistério Todos devem ficar sozinho Eu ouço você chamar meu nome E me sinto em casa Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração Eu estou de joelhos, eu quero te levar lá Na meia-noite eu posso sentir seu poder Assim como uma oração que você sabe que eu vou te levar lá Eu ouço sua voz, é como um anjo suspirando Eu não tenho escolha, eu ouço sua voz Se sente como voar Eu fecho meus olhos, Oh Deus, eu acho que estou caindo Do céu, eu fecho meus olhos Deus me ajude Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração Eu estou de joelhos, eu quero te levar lá Na meia-noite eu posso sentir seu poder Assim como uma oração que você sabe que eu vou te levar lá Como uma criança, você sussurra suavemente para mim Você está no controle parece apenas uma criança Agora eu estou dançando É como um sonho, sem fim e sem começo Você está aqui comigo, é como um sonho Deixe o coro cantar Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração Eu estou de joelhos, eu quero te levar lá Na meia-noite eu posso sentir seu poder Assim como uma oração que você sabe que eu vou te levar lá (2x) A vida é um mistério Todos devem ficar sozinho Eu ouço você chamar meu nome E me sinto em casa Assim como uma oração, sua voz pode me levar lá Assim como uma musa para mim, você é um mistério Assim como um sonho, você não é o que parece Assim como uma oração, sem escolha sua voz pode me levar lá Como uma oração, eu vou te levar lá É como um sonho para mim
Life is a mystery
Everyone must stand alone 
I hear you call my name 
And it feels like home 
When you call my name it's like a little prayer 
I'm down on my knees, I wanna take you there 
In the midnight hour I can feel your power 
Just like a prayer you know I'll take you there 
I hear your voice, it's like an angel sighing 
I have no choice, I hear your voice 
Feels like flying 
I close my eyes, Oh God I think I'm falling 
Out of the sky, I close my eyes 
Heaven help me 
When you call my name it's like a little prayer 
I'm down on my knees, I wanna take you there 
In the midnight hour I can feel your power 
Just like a prayer you know I'll take you there 
Like a child, you whisper softly to me 
You're in control just like a child 
Now I'm dancing 
It's like a dream, no end and no beginning 
You're here with me, it's like a dream 
Let the choir sing 
When you call my name it's like a little prayer 
I'm down on my knees, I wanna take you there 
In the midnight hour I can feel your power 
Just like a prayer you know I'll take you there (2x)
Life is a mystery
Everyone must stand alone 
I hear you call my name 
And it feels like home
Just like a prayer, your voice can take me there 
Just like a muse to me, you are a mystery 
Just like a dream, you are not what you seem 
Just like a prayer, no choice your voice can take me there 
Just like a prayer, I'll take you there 
It's like a dream to me
** Pelo You Tube conforme link a seguir...

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