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terça-feira, 20 de setembro de 2016
domingo, 18 de setembro de 2016
Servidores Públicos não são ladrões... Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, a saber: “O político, por mais ladrão que seja, todo ano tem que enfrentar o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”... (POSICIONAMENTO: Folha de S. Paulo repercute texto de magistrado de Goiás sobre declaração do ex-presidente Lula).
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| Juiz Eduardo Perez (Imagem reprodução do site... Do portal da Asmego. |
O Blog do Fred, da Folha de S. Paulo, repercutiu nesta sexta-feira (19) o texto “Servidores Públicos não são ladrões”, do juiz Eduardo Perez de Oliveira. Publicado originalmente no perfil pessoal do Facebook, no texto o magistrado reflete sobre declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que compara o exercício de servidores públicos concursados e políticos.
Confira abaixo ou clique aqui para ler a publicação no portal da Folha.
Servidores Públicos não são ladrões
Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, a saber:
“O político, por mais ladrão que seja, todo ano tem que enfrentar o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”
Eu fiquei em dúvida se era verdade, já que tem tanta mentira por aí sendo espalhada. Chegaram a inventar, vejam só, que os procuradores tinham dito não possuir provas contra o Sr. Luiz Inácio, somente convicção, o que é uma tremenda inverdade. Não se pode mesmo acreditar em tudo na internet.
Verdade ou mentira, fiquei aqui pensando se essa frase faz sentido.
Eu estou Juiz de Direito, aprovado em concurso público, também em outros cargos antes de lograr esta graça. Como a memória da gente é falha, eu me esforcei para lembrar como foi o processo.
Conferi, cuidadosamente, se eu não tinha sido financiado por alguma empreiteira. Também verifiquei se eu não tinha obtido meu cargo desviando dinheiro de alguma empresa pública, fazendo aí um caixa 2 para me apoiar. Pode ser a idade, mas não me veio à memória disso ter acontecido.
O que me recordo é do esforço dos meus avós, dos meus pais e dos meus familiares, mas muito esforço mesmo, para garantir educação, sem luxos. Também não me é familiar ter participado de esquemas ou ajustes partidários. Não dava tempo, saindo de casa para trabalhar às sete da manhã e voltando às nove, dez horas da noite, só com o horário do almoço para abrir os livros e enfrentar o escárnio.
Eu lembro de ter estudado muito, da frustração em razão do pouco tempo, das dúvidas se algum dia eu chegaria lá. Eu me recordo bem do dia da minha prova oral, num estado onde não conhecia ninguém, tremendo diante dos examinadores de uma banca absolutamente imparcial presidida pelo Desembargador Leandro Crispim.
Quem sabe estaria mais calmo se eu tivesse feito coligação, se uma mão lavasse a outra, se algum ajuste, talvez aquele esquema… Mas não daria certo. Veja você que eu estava prestando um concurso público e até a fase oral eu não tinha rosto, e a banca (que injustiça!) também era formada quase que absolutamente por gente concursada, magistrados aprovados em um concurso semelhante.
Não iria adiantar caixa 2, apoio parlamentar, conversa de bastidor. Eu estava ali para ser examinado imparcialmente pelos meus conhecimentos. Era só Deus e eu.
Vai ver, pensei, que meu caso é um daqueles fora da curva, uma das tais histórias malucas. Quem sabe a regra não fosse a interferência política e econômica nos concursos?
Conversei com vários colegas juízes e, fato estranho, todos confirmaram que não fizeram caixa dois, nem coligação, nem tiveram conversas de bastidores. Estudaram, com muito esforço, alguns com privação, e foram aprovados em um concurso impessoal e imparcial.
Para não dizer que é coisa de juiz, essa tal elite, falei com meus amigos procuradores, promotores, escreventes, oficiais de justiça, policiais civis e militares, delegados, professores, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e tantos outros aprovados em concurso público de provas e títulos.
Todos deram a mesma resposta: lograram êxito após muito estudo, de forma limpa e transparente.
“Mas nenhuma empreiterazinha?”, insisti. “Quem sabe alguma verba de empresa pública?”. Não. Foi estudo mesmo.
O mais curioso é que todos tiveram que apresentar certidão de antecedentes criminais, logo, nenhum podia ser ladrão. Nem ladrão, nem outra coisa. Algumas carreiras fazem sindicância de vida pregressa. Ai do candidato que não possui um passado ético, com certeza não entraria pela estreita porta do concurso público.
Aproveitei e, ainda meditando sobre a frase, me peguei pensando se todo ano, ou melhor, a cada quatro anos (alguns, oito), eu precisava enfrentar o povo.
Realmente, se o Sr. Luiz Inácio disse isso, ele está certo. Eu não enfrento o povo anualmente. Aliás, eu não enfrento o povo. Não tenho medo da minha gente, nem litígio com ela. Eu sou povo também. Pode parecer surpresa, mas concursado faz parte da nação.
Eu não enfrento, eu atendo. Eu recebo preso. Eu recebo mãe de preso, pai, vó, filhos, esposa de preso. Recebo conselheiro tutelar. Recebo advogado. Recebo as partes também. Ouço a vítima do crime, ou, em situações mais tristes, os que sobreviveram a ela. Eu vejo o agrícola que vai pedir para aposentar. Vejo o cidadão que não tem medicamento, a mãe que busca escola pro filho, o neto que busca uma vaga de UTI pro avô.
Eu cansei de ver o piso do fórum gasto de passar tanto calçado, de chinelo usado a sapato caro, de gente que vê no Judiciário seu único porto seguro. Gente que não conseguiu vaga em escola, em creche. Que não conseguiu remédio. Que se acidentou na estrada esburacada. Que trabalhou nesse calor inclemente do Centro-Oeste por quarenta anos ou mais, com a pele curtida de sol, e quando foi pedir aposentadoria disseram a ele que não tinha prova. Não sou quiromante, mas eu aprendi a ler a mão e o rosto desse povo. Aprendi a falar a língua deles, não porque eles vão votar em mim, mas porque é minha obrigação para aplicar a lei.
Essa mesma gente que os políticos enfrentam (enfrentam, vejam vocês!), segundo a tal frase, eu atendo todo dia. É meu dever, e com que prazer eu realizo esse dever!
Eu atendo essa gente que vem acreditando há décadas nesses políticos que, como um fenômeno natural, aparecem apenas de forma episódica e em determinadas épocas. Um povo que acreditou que teria saúde, educação, segurança, lazer, trabalho, aposentadoria, dignidade e tantos direitos básicos só por ser gente, mas não tem.
Esse mesmo povo que vota, que deposita na urna sua esperança, a recolhe depois despedaçada, cola o que dá e procura o promotor ou o defensor público, servidores concursados, quando não um nobre advogado dativo ou pro bono, para pedir ao juiz esse direito sonegado. São os concursados que garantem esse direito.
São os juízes que aplicam a lei criada pelos políticos eleitos para o Legislativo, e nessas horas em que a lei é dura e talvez não tão justa, quando devemos fazer valer o seu império, só nos resta ouvir e consolar.
Juízes, é preciso dizer, não são máquinas, porque nessas engrenagens desprovidas de coração que formam o sistema, é a nossa alma que colocamos entre os dentes do engenho para aplacar seu cruel atrito.
E quando estamos sozinhos, nós sofremos, nós choramos, porque lidamos também com a desgraça do povo, do nosso povo, do povo do qual fazemos parte e que não enfrentamos, mas atendemos.
Perguntei aos meus amigos promotores, defensores, escreventes, analistas, oficiais de justiça, professores, policiais, guardas civis metropolitanos, agentes carcerários, bombeiros, militares, médicos, agentes de saúde, enfermeiros e tantos outros, se eles por acaso enfrentavam o povo, mas me disseram que esse povo eles faziam era atender.
É também a alma deles que lubrifica essa máquina atroz que é o sistema.
É à custa da alma do concursado que o Estado se humaniza. Que o digam nossas famílias, nossos amigos… que digamos nós, quando abrimos mão de tanta coisa para cumprir nossa missão, quando para socorrer um estranho muitas vezes alguém próximo a nós precisa esperar.
Forçoso que se concorde, nós não enfrentamos o povo a cada dois, quatro anos. Nós o atendemos dia e noite, nós olhamos seu rosto, tentamos aplacar sua angústia em um país em que tudo falta, quando um médico e sua equipe não tem nem gaze no hospital público.
E fazemos isso porque amamos nossa profissão, seja ela qual for, não porque precisamos de votos. Nós chegamos onde chegamos com dedicação, não com esquemas, e sem lesar o patrimônio público ou a fé da nação.
São servidores públicos concursados que estão descobrindo as fraudes que corroem nosso Brasil, do menor município à capital do país, e serão servidores públicos concursados a julgar tais abusos. São servidores públicos concursados que patrulham nossas ruas, que atendem em nossos hospitais, que ensinam nossas crianças.
Nós não precisamos prometer nada para o povo, nós agimos.
Realmente, é preciso temer pessoas que possuem um compromisso com a ética, não com valores espúrios.
Fonte: Assessoria de Comunicação da ASMEGO, com informações da Folha de S. Paulo
Do Link a seguir...
https://asmego.org.br/2016/09/16/folha-de-s-paulo-repercute-texto-de-magistrado-goiano-sobre-declaracao-do-ex-presidente-lula/
Confira abaixo ou clique aqui para ler a publicação no portal da Folha.
Servidores Públicos não são ladrões
Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, a saber:
“O político, por mais ladrão que seja, todo ano tem que enfrentar o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”
Eu fiquei em dúvida se era verdade, já que tem tanta mentira por aí sendo espalhada. Chegaram a inventar, vejam só, que os procuradores tinham dito não possuir provas contra o Sr. Luiz Inácio, somente convicção, o que é uma tremenda inverdade. Não se pode mesmo acreditar em tudo na internet.
Verdade ou mentira, fiquei aqui pensando se essa frase faz sentido.
Eu estou Juiz de Direito, aprovado em concurso público, também em outros cargos antes de lograr esta graça. Como a memória da gente é falha, eu me esforcei para lembrar como foi o processo.
Conferi, cuidadosamente, se eu não tinha sido financiado por alguma empreiteira. Também verifiquei se eu não tinha obtido meu cargo desviando dinheiro de alguma empresa pública, fazendo aí um caixa 2 para me apoiar. Pode ser a idade, mas não me veio à memória disso ter acontecido.
O que me recordo é do esforço dos meus avós, dos meus pais e dos meus familiares, mas muito esforço mesmo, para garantir educação, sem luxos. Também não me é familiar ter participado de esquemas ou ajustes partidários. Não dava tempo, saindo de casa para trabalhar às sete da manhã e voltando às nove, dez horas da noite, só com o horário do almoço para abrir os livros e enfrentar o escárnio.
Eu lembro de ter estudado muito, da frustração em razão do pouco tempo, das dúvidas se algum dia eu chegaria lá. Eu me recordo bem do dia da minha prova oral, num estado onde não conhecia ninguém, tremendo diante dos examinadores de uma banca absolutamente imparcial presidida pelo Desembargador Leandro Crispim.
Quem sabe estaria mais calmo se eu tivesse feito coligação, se uma mão lavasse a outra, se algum ajuste, talvez aquele esquema… Mas não daria certo. Veja você que eu estava prestando um concurso público e até a fase oral eu não tinha rosto, e a banca (que injustiça!) também era formada quase que absolutamente por gente concursada, magistrados aprovados em um concurso semelhante.
Não iria adiantar caixa 2, apoio parlamentar, conversa de bastidor. Eu estava ali para ser examinado imparcialmente pelos meus conhecimentos. Era só Deus e eu.
Vai ver, pensei, que meu caso é um daqueles fora da curva, uma das tais histórias malucas. Quem sabe a regra não fosse a interferência política e econômica nos concursos?
Conversei com vários colegas juízes e, fato estranho, todos confirmaram que não fizeram caixa dois, nem coligação, nem tiveram conversas de bastidores. Estudaram, com muito esforço, alguns com privação, e foram aprovados em um concurso impessoal e imparcial.
Para não dizer que é coisa de juiz, essa tal elite, falei com meus amigos procuradores, promotores, escreventes, oficiais de justiça, policiais civis e militares, delegados, professores, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e tantos outros aprovados em concurso público de provas e títulos.
Todos deram a mesma resposta: lograram êxito após muito estudo, de forma limpa e transparente.
“Mas nenhuma empreiterazinha?”, insisti. “Quem sabe alguma verba de empresa pública?”. Não. Foi estudo mesmo.
O mais curioso é que todos tiveram que apresentar certidão de antecedentes criminais, logo, nenhum podia ser ladrão. Nem ladrão, nem outra coisa. Algumas carreiras fazem sindicância de vida pregressa. Ai do candidato que não possui um passado ético, com certeza não entraria pela estreita porta do concurso público.
Aproveitei e, ainda meditando sobre a frase, me peguei pensando se todo ano, ou melhor, a cada quatro anos (alguns, oito), eu precisava enfrentar o povo.
Realmente, se o Sr. Luiz Inácio disse isso, ele está certo. Eu não enfrento o povo anualmente. Aliás, eu não enfrento o povo. Não tenho medo da minha gente, nem litígio com ela. Eu sou povo também. Pode parecer surpresa, mas concursado faz parte da nação.
Eu não enfrento, eu atendo. Eu recebo preso. Eu recebo mãe de preso, pai, vó, filhos, esposa de preso. Recebo conselheiro tutelar. Recebo advogado. Recebo as partes também. Ouço a vítima do crime, ou, em situações mais tristes, os que sobreviveram a ela. Eu vejo o agrícola que vai pedir para aposentar. Vejo o cidadão que não tem medicamento, a mãe que busca escola pro filho, o neto que busca uma vaga de UTI pro avô.
Eu cansei de ver o piso do fórum gasto de passar tanto calçado, de chinelo usado a sapato caro, de gente que vê no Judiciário seu único porto seguro. Gente que não conseguiu vaga em escola, em creche. Que não conseguiu remédio. Que se acidentou na estrada esburacada. Que trabalhou nesse calor inclemente do Centro-Oeste por quarenta anos ou mais, com a pele curtida de sol, e quando foi pedir aposentadoria disseram a ele que não tinha prova. Não sou quiromante, mas eu aprendi a ler a mão e o rosto desse povo. Aprendi a falar a língua deles, não porque eles vão votar em mim, mas porque é minha obrigação para aplicar a lei.
Essa mesma gente que os políticos enfrentam (enfrentam, vejam vocês!), segundo a tal frase, eu atendo todo dia. É meu dever, e com que prazer eu realizo esse dever!
Eu atendo essa gente que vem acreditando há décadas nesses políticos que, como um fenômeno natural, aparecem apenas de forma episódica e em determinadas épocas. Um povo que acreditou que teria saúde, educação, segurança, lazer, trabalho, aposentadoria, dignidade e tantos direitos básicos só por ser gente, mas não tem.
Esse mesmo povo que vota, que deposita na urna sua esperança, a recolhe depois despedaçada, cola o que dá e procura o promotor ou o defensor público, servidores concursados, quando não um nobre advogado dativo ou pro bono, para pedir ao juiz esse direito sonegado. São os concursados que garantem esse direito.
São os juízes que aplicam a lei criada pelos políticos eleitos para o Legislativo, e nessas horas em que a lei é dura e talvez não tão justa, quando devemos fazer valer o seu império, só nos resta ouvir e consolar.
Juízes, é preciso dizer, não são máquinas, porque nessas engrenagens desprovidas de coração que formam o sistema, é a nossa alma que colocamos entre os dentes do engenho para aplacar seu cruel atrito.
E quando estamos sozinhos, nós sofremos, nós choramos, porque lidamos também com a desgraça do povo, do nosso povo, do povo do qual fazemos parte e que não enfrentamos, mas atendemos.
Perguntei aos meus amigos promotores, defensores, escreventes, analistas, oficiais de justiça, professores, policiais, guardas civis metropolitanos, agentes carcerários, bombeiros, militares, médicos, agentes de saúde, enfermeiros e tantos outros, se eles por acaso enfrentavam o povo, mas me disseram que esse povo eles faziam era atender.
É também a alma deles que lubrifica essa máquina atroz que é o sistema.
É à custa da alma do concursado que o Estado se humaniza. Que o digam nossas famílias, nossos amigos… que digamos nós, quando abrimos mão de tanta coisa para cumprir nossa missão, quando para socorrer um estranho muitas vezes alguém próximo a nós precisa esperar.
Forçoso que se concorde, nós não enfrentamos o povo a cada dois, quatro anos. Nós o atendemos dia e noite, nós olhamos seu rosto, tentamos aplacar sua angústia em um país em que tudo falta, quando um médico e sua equipe não tem nem gaze no hospital público.
E fazemos isso porque amamos nossa profissão, seja ela qual for, não porque precisamos de votos. Nós chegamos onde chegamos com dedicação, não com esquemas, e sem lesar o patrimônio público ou a fé da nação.
São servidores públicos concursados que estão descobrindo as fraudes que corroem nosso Brasil, do menor município à capital do país, e serão servidores públicos concursados a julgar tais abusos. São servidores públicos concursados que patrulham nossas ruas, que atendem em nossos hospitais, que ensinam nossas crianças.
Nós não precisamos prometer nada para o povo, nós agimos.
Realmente, é preciso temer pessoas que possuem um compromisso com a ética, não com valores espúrios.
Fonte: Assessoria de Comunicação da ASMEGO, com informações da Folha de S. Paulo
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https://asmego.org.br/2016/09/16/folha-de-s-paulo-repercute-texto-de-magistrado-goiano-sobre-declaracao-do-ex-presidente-lula/
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Jornal do SBT (08/09/16) Manifestantes mudam letra do Hino Nacional - Com bandeiras e faixas, cerca de 300 pessoas se reuniram em um estacionamento público de Porto Alegre para protestar contra o atual governo. O grupo cantou uma paródia do Hino Nacional, pedindo a saída do presidente Michel Temer. Em um patético “ato de protesto”, a deputada gaúcha Manuela D’Ávila, do PCdoB, acompanhada do candidato a vereador Lucas Maróstica, alteraram a letra do Hino Nacional Brasileiro incluindo as palavras “Fora Temer” no fim de cada estrofe. O ato, como bem lembra o colunista Guilherme Schneider do portal Sul Connection, viola a lei federal 5.700, de 1 de Setembro de 1971 em seu Capítulo V, Art. 34, que proíbe este tipo de manifestação: “Art. 34. É vedada a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacional, a não ser o de Alberto Nepomuceno; igualmente não será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino Nacional que não sejam autorizados pelo Presidente da República, ouvido o Ministério da Educação e Cultura.” #BRA
terça-feira, 23 de agosto de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Sou Brasileiro Sim, e com muito Orgulho, e sempre discordo daquela máxima de que o importante é que falem do Brasil, pois se forem para falar do Brasil falem de Bem e não será preciso criarem estória fantasiosas sobre a minha terra quando aqui passarem, e se for para mentirem é preferível nunca falarem que estiveram aqui ou mesmo que conheceram o Brasil com suas lembranças FAKE (FALSO) ou falsas e tenho dito! (Essa é a minha "Reflexão" sobre a #RIO2016 #BRA das Olimpíadas 2016)...
Repito: Sou Brasileiro Sim, e com muito Orgulho, e sempre discordo daquela máxima de que o importante é que falem do Brasil, pois se forem para falar do Brasil falem de Bem e não será preciso criarem estória fantasiosas sobre a minha terra quando aqui passarem, e se for para mentirem é preferível nunca falarem que estiveram aqui ou mesmo que conheceram o Brasil com suas lembranças FAKE (FALSO) ou falsas e tenho dito! (Essa é a minha "Reflexão" sobre a #RIO2016 #BRA das Olimpíadas 2016)...
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
sábado, 30 de julho de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
sexta-feira, 10 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
Like a Prayer - Madonna - Super Bowl (legendado PT_BR) - #Madonna #paz #peace #paris #frança #prayforworld #lovemovestheworld
Belíssimo: "Assim como uma oração, eu te guiarei..." Like a Prayer - Madonna - Super Bowl (legendado PT_BR)...
Madonna em lágrimas dedica Like a Prayer às vítimas de Paris
EPA/OLIVER BERG - PUB
Antes, seis minutos e meio de discurso emocionado e um minuto de silêncio em homenagem aos que morreram na sexta-feira
Um dia depois dos atentados de Paris, Madonna interrompeu o seu concerto de sábado em Estocolmo, capital da Suécia, integrado na digressão Rebel Heart, para homenagear as vítimas do terrorismo na capital francesa. Fê-lo com um discurso emocionado e as lágrimas a caírem-lhe pelo rosto.
"Tenho de aproveitar este momento para abordar a tragédia, as trágicas mortes, os assassinatos, o fim absurdo de vidas preciosas, ontem à noite, em Paris", disse Madonna. Sempre com a fala entrecortada pelo choro, a cantora norte-americana confessou: "Está a ser muito difícil fazer este espetáculo porque me sinto dilacerada e dividida. Por que razão estou aqui a dançar e a divertir-me quando há pessoas que choram pela perda dos seus entes queridos".
Madonna admitiu que o seu primeiro instinto - tal como aconteceu com os Foo Fighters ou com os U2, que adiaram os seu espetáculos na Europa - foi cancelar o concerto de Estocolmo, agendado para 24 horas depois dos atentados de sexta-feira. Mas logo de seguida, disse, pensou que não podia ceder às ações de terroristas, não podia permitir que estes a travassem. E Porquê? Porque "é isso que eles querem: querem calar-nos, querem silenciar-nos e nós não vamos deixar!" concluiu, provocando uma reação efusiva no público.
Ao longo de seis minutos e meio, a cantora fez um discurso em que falou dos que não têm respeito pela vida, dos que atentam contra a liberdade e outros valores preciosos e terminou afirmando que só o amor incondicional, mesmo por aquilo que não compreendemos, por aquilo que é diferente, poderá salvar o mundo. "Temos de começar a tratar-nos melhor uns aos outros!", disse.
De seguida, Madonna convidou as milhares de pessoas presentes na Tele2 Arena de Estocolmo a fazerem com ela um minuto de silêncio em memória das vítimas. Silêncio que foi apenas entrecortado pelos soluços de choro de Madonna, que não se conteve.
No final, a cantora lançou ainda outro convite ao público: "Vamos cantar todos juntos esta oração!" E começou a cantar Like a Prayer, um êxito de Madonna já com 26 anos mas que a assistência acompanhou, cantando a plenos pulmões em homenagem às vítimas de Paris.
Noutro momento do concerto, e ainda rendendo homenagem aos que não sobreviveram aos atentados de sexta-feira, 13, Madonna cantou La Vie en Rose, o conhecido êxito de Edith Piaff. Sozinha no palco, acompanhando-se à viola e de novo chorando, a cantora interpretou a canção em francês. "Esta música é uma canção de amor francesa, então é dedicada não apenas ao ideal romântico, mas a toda a França, e às pessoas que me inspiram para cantar canções de amor", explicou.
U2 presta homenagem às vítimas junto do Bataclan
Depois de tão emocionada homenagem, fica a expectativa quanto ao que Madonna fará em Paris. A cantora americana tem dois concertos previstos para 9 e 10 de dezembro na capital francesa.
Paris - 16 DE NOVEMBRO DE 2015 - Temas - HOMENAGEM: MADONNA Paris Prince adia digressão europeia após atentados...
Link de autoria ...
http://www.dn.pt/mundo/interior/madonna-em-lagrimas-dedica-like-a-prayer-as-vitimas-de-paris-4886853.html
http://www.dn.pt/mundo/interior/madonna-em-lagrimas-dedica-like-a-prayer-as-vitimas-de-paris-4886853.html
Vejam mais nos Link(s) a seguir...
#Madonna #paz #peace #paris #frança#prayforworld #lovemovestheworld
A vida é um mistério
Todos devem ficar sozinho
Eu ouço você chamar meu nome
E me sinto em casa
Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração
Eu estou de joelhos, eu quero te levar lá
Na meia-noite eu posso sentir seu poder
Assim como uma oração que você sabe que eu vou te levar lá
Eu ouço sua voz, é como um anjo suspirando
Eu não tenho escolha, eu ouço sua voz
Se sente como voar
Eu fecho meus olhos, Oh Deus, eu acho que estou caindo
Do céu, eu fecho meus olhos
Deus me ajude
Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração
Eu estou de joelhos, eu quero te levar lá
Na meia-noite eu posso sentir seu poder
Assim como uma oração que você sabe que eu vou te levar lá
Como uma criança, você sussurra suavemente para mim
Você está no controle parece apenas uma criança
Agora eu estou dançando
É como um sonho, sem fim e sem começo
Você está aqui comigo, é como um sonho
Deixe o coro cantar
Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração
Eu estou de joelhos, eu quero te levar lá
Na meia-noite eu posso sentir seu poder
Assim como uma oração que você sabe que eu vou te levar lá (2x)
A vida é um mistério
Todos devem ficar sozinho
Eu ouço você chamar meu nome
E me sinto em casa
Assim como uma oração, sua voz pode me levar lá
Assim como uma musa para mim, você é um mistério
Assim como um sonho, você não é o que parece
Assim como uma oração, sem escolha sua voz pode me levar lá
Como uma oração, eu vou te levar lá
É como um sonho para mim
Tradutor Google... https://translate.google.com.br/
Life is a mystery
Everyone must stand alone
I hear you call my name
And it feels like home
When you call my name it's like a little prayer
I'm down on my knees, I wanna take you there
In the midnight hour I can feel your power
Just like a prayer you know I'll take you there
I hear your voice, it's like an angel sighing
I have no choice, I hear your voice
Feels like flying
I close my eyes, Oh God I think I'm falling
Out of the sky, I close my eyes
Heaven help me
When you call my name it's like a little prayer
I'm down on my knees, I wanna take you there
In the midnight hour I can feel your power
Just like a prayer you know I'll take you there
Like a child, you whisper softly to me
You're in control just like a child
Now I'm dancing
It's like a dream, no end and no beginning
You're here with me, it's like a dream
Let the choir sing
When you call my name it's like a little prayer
I'm down on my knees, I wanna take you there
In the midnight hour I can feel your power
Just like a prayer you know I'll take you there (2x)
Life is a mystery
Everyone must stand alone
I hear you call my name
And it feels like home
Just like a prayer, your voice can take me there
Just like a muse to me, you are a mystery
Just like a dream, you are not what you seem
Just like a prayer, no choice your voice can take me there
Just like a prayer, I'll take you there
It's like a dream to me
Everyone must stand alone
I hear you call my name
And it feels like home
When you call my name it's like a little prayer
I'm down on my knees, I wanna take you there
In the midnight hour I can feel your power
Just like a prayer you know I'll take you there
I hear your voice, it's like an angel sighing
I have no choice, I hear your voice
Feels like flying
I close my eyes, Oh God I think I'm falling
Out of the sky, I close my eyes
Heaven help me
When you call my name it's like a little prayer
I'm down on my knees, I wanna take you there
In the midnight hour I can feel your power
Just like a prayer you know I'll take you there
Like a child, you whisper softly to me
You're in control just like a child
Now I'm dancing
It's like a dream, no end and no beginning
You're here with me, it's like a dream
Let the choir sing
When you call my name it's like a little prayer
I'm down on my knees, I wanna take you there
In the midnight hour I can feel your power
Just like a prayer you know I'll take you there (2x)
Life is a mystery
Everyone must stand alone
I hear you call my name
And it feels like home
Just like a prayer, your voice can take me there
Just like a muse to me, you are a mystery
Just like a dream, you are not what you seem
Just like a prayer, no choice your voice can take me there
Just like a prayer, I'll take you there
It's like a dream to me
** Pelo You Tube conforme link a seguir...
domingo, 22 de maio de 2016
O Ministério da Cultura pelo visto sempre foi para alguns a: "Galinha dos Ovos de Ouro"....
O Ministério da Cultura pelo visto sempre foi para alguns a: "Galinha dos Ovos de Ouro".... http://i787.photobucket.com/albums/yy156/charlesnetto/CHARLES-MEGA/Pictures/Eu/DSCF0606.jpg
quinta-feira, 12 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Bloqueios do Facebook Para ajudar a manter o Facebook seguro, ocasionalmente bloqueamos certos conteúdos e ações. Informe-nos se você acha que houve um engano neste caso. Explique porque você acha que isso foi um erro POR PENSAR QUE É UM DIREITO CONSTITUCIONAL MEU AQUI NO BRASIL CONFORME A CONSTITUIÇÃO EU TENHO O DIREITO DE ME MANIFESTAR DESDE QUE NÃO SEJA POR ANONIMATO OU SERÁ QUE O FACEBOOK É SOCIALISTA???? www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 ... Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: ... IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de ... XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos,.... ME DESCULPEM SE DESAGRADEI ALGUM INTERESSE, MAS AS QUESTÕES DE LINKS SEMPRE TENHO DIFERENCIADO, A FIM DE EVITAR PARECER "SPAM" USANDO ATÉ MESMO ALGUM SINAL (*) (**) (*_*) ENTRE OUTROS E ATÉ TENHO RESPONDIDO AOS SEUS QUESITOS DE IDENTIFICAÇÃO DE FOTOS SE É TIGRE ENTRE AS FOTOS OU OUTRAS FIGURAS E MESMO ASSIM RECEBI ESTE QUESTIONÁRIO... COM ESTE QUESITO PARA RESPONDER E ASSIM PROCEDI!....
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CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 ... Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: ... IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de ... XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos,.... ME DESCULPEM SE DESAGRADEI ALGUM INTERESSE, MAS AS QUESTÕES DE LINKS SEMPRE TENHO DIFERENCIADO, A FIM DE EVITAR PARECER "SPAM" USANDO ATÉ MESMO ALGUM SINAL (*) (**) (*_*) ENTRE OUTROS E ATÉ TENHO RESPONDIDO AOS SEUS QUESITOS DE IDENTIFICAÇÃO DE FOTOS SE É TIGRE ENTRE AS FOTOS OU OUTRAS FIGURAS E MESMO ASSIM RECEBI ESTE QUESTIONÁRIO... COM ESTE QUESITO PARA RESPONDER E ASSIM PROCEDI!....
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terça-feira, 26 de abril de 2016
Devemos de agora em diante nos cuidar dos Cuspidores de plantão, pois eles poderão começar a vir nessa febre de Cuspir, tanto por terra, água ou ar e os precavidos ficarão mais secos sem se molharem; desde que adotem carregar como equipamento de proteção individual a exemplo de usarem em suas mãos: Guarda-sol ou ainda para aqueles possam Falarem bem ou fale mal, mas fale sem cuspir: Ai sim teremos que andar sempre de Guarda-chuva faça sol ou faça chuva, não é mesmo????...
domingo, 24 de abril de 2016
"... Deve ser Lembrado que nada é mais difícil de pôr em execução, nem de sucesso mais duvidoso ou mais perigoso de fazer do que iniciar uma nova ordem de coisas. Porque o reformador faz inimigos de todos os que se beneficiavam da antiga situação e apenas moderados defensores de todos os que se beneficiam da nova ordem... " MAQUIAVEL - O Príncipe.
quarta-feira, 30 de março de 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Plantando ideias e colhendo pensamentos é bom refletir a respeito do todo! É preciso antes de tudo: Saber escolher as boas Sementes... (Os índios estão vendendo a R$ 0, 50 (cinquenta centavos) cada semente destas no Centro da Capital dos Gaúchos... Com 01 Dólar eu compraria 08 sementes... Ou iria precisar de duas notas de R$ 2, 00 (dois reais)...

Plantando ideias e colhendo pensamentos em bom refletir a respeito do todo! É preciso antes de tudo: Saber escolher as boas Sementes... (Os índios estão vendendo a R$ 0, 50 (cinquenta centavos) cada semente destas no Centro da Capital dos Gaúchos... Com 01 Dólar eu compraria 08 sementes... Ou iria precisar de duas notas de R$ 2, 00 (dois reais)... de Charles Netto está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em http://fanfarraonaliteratua.blogspot.com.br/2015/11/plantando-ideias-e-colhendo-pensamentos.html.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em http://fanfarraonaliteratua.blogspot.com.br/.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
É, nem tudo na Vida é tão doce quanto ao mel... "Tudo vai acontecendo conforme o combinado até tomar a primeira porrada no queixo" - Mike Tyson Charles Netto (Porto Alegre) Os Segredos da Cidade ...
- "Tudo vai acontecendo conforme o combinado até tomar a primeira porrada no queixo" - Mike Tyson
- Charles Netto (Porto Alegre) Os Segredos da Cidade
sábado, 26 de setembro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Pior do que A partida do Alemanha com o Brasil do fatídico dia dos 7 X 1 e agora ficará na história do Rio grande esses 27 X 26, pois assim podemos refletir que não é o resultado em números e sim quem é que Ganhou e qual foi a conclusão para perder, num caso a frustração do Gol e em outro quem irá pagar a conta e em ambos resultados causados por aqueles que representavam o POVO seja no Campo ou mesmo na tribuna tanto nos Golaços dos Oponentes ou do ICMS e tenho dito!!!! Esses Senhores que APLAUDEM são realmente uns FANFARRÕES quando o assunto é onerar o POVO com mais carga tributária mesmo para aqueles que ainda irão consumir pouco e mesmo assim em algum item irão sentir na pele os tais aumentos que incidem no ICMS... :( E assim eu repito aqui tenho lido e ouvido sobre o triste acontecido nestes termos a seguir... "E assim se faz democracia no RS: " Como eu decidia dentro de campo vou decidir aqui o que é o melhor, e o melhor na minha consciência é votar a favor " e seguem as palmas... Deputado Mário Jardel no voto "decisivo" sobre o aumento do ICMS (imposto), placar final 27 x 26"!
E assim se faz democracia no RS:" Como eu decidia dentro de campo vou decidir aqui o que é o melhor, e o melhor na minha consciência é votar a favor " e seguem as palmas...Deputado Mário Jardel no voto "decisivo" sobre o aumento do ICMS (imposto), placar final 27 x 26!
Posted by Pin Bru on Terça, 22 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Flash mob "Humanidade Papelao" - Clipe 2 ... enfim dos impactos que nosso estilo de vida proporciona. Pense nisso!
- O papelão usado serve para lembrar da extração de recursos naturais, água e petróleo; do gasto de energia; das escolhas de fornecedores e empresas que sejam éticos e responsáveis; enfim dos impactos que nosso estilo de vida proporciona. Pense nisso!
(Flash mob realizado na Semana do Meio Ambiente de 2011, no Conjunto Nacional - Akatu/Contrafilé)
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Ao vivo vídeo que gravei o que eu senti na pele: Vejam a chuva com pedras de gelo "GRANIZO" em Porto Alegre. Foto Charles Netto Agora poucos instantes mais precisamente às 00: 40 minutos do dia 20 de julho de 2015 na Capital dos Gaúchos de todas as Querências... Tal foi a minha surpresa.... Na Zona Sul perto de Ipanema agora pouco foi assim mesmo que fiz esse registro em vídeo e também em fotos.... (Veja a chuva com pedras de gelo "GRANIZO" em Porto Alegre. Tal foi a minha surpresa... Na Zona Sul perto de Ipanema agora pouco foi assim mesmo que registrei Agora poucos instantes mais precisamente às 00: 40 minutos do dia 20 de julho de 2015 na Capital dos Gaúchos de todas as Querências... Esse Gelo não ´Virtual... Embora registrado em meios virtuais eu pude sentir a frieza gélida em cada amostra que caía do alto e era colhida do chão por mim e em ato contínuo fotografava para posteridade e poderei assim ter mais essa história para os netos, pois fiz acontecer mesmo que para isso sem me acovardar com os relâmpagos e trovões e debaixo de forte temporal realizei este feito, a fim de registra e compartilhar com todos os viventes do Planeta)...
Vejam depois da chuva com pedras de gelo "GRANIZO" que ocorreu em Porto Alegre. Eu pude lembrar bem assim: "E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios" (2 Pe 2: 5)... Conforme andei lendo em leitura que fiz nesta rede social os escritos de M. Persona).
Metroclima reforça seus alertas sobre chuva intensa
ALERTA METEOROLOGICO - O avanço de frente fria traz chuva forte e temporais no Estado nesta segunda. A instabilidade é intensa em um grande número de regiões, inclusive na área de Porto Alegre, com elevados volumes de chuva e temporais de vento e granizo em vários pontos. Ao encontrar o ar quente trazido por uma corrente de jato em baixos níveis da atmosfera, a frente fria estimula a formação de nuvens muito grandes a gigantescas de tempestade do tipo Cumulunimbus que trazem chuva torrencial e tempo severo.
Alerta-se para uma segunda-feira de altíssimo risco em Porto Alegre. Chove forte desde cedo na cidade e as precipitações ao longo do dia devem ser por vezes fortes a torrenciais com volumes extremamente altos para apenas um dia na cidade, o que deve trazer mais transtornos como alagamentos. A chuva é acompanhada de alta frequência de raios e não são afastadas novas ocorrências de granizo com ocasional vento forte. Modelos indicam em média para esta segunda-feira acumulados na cidade de 40 a 60 mm na cidade, mas acreditamos que podem acabar sendo superiores com registros muito mais altos que estes sinalizados pelas projeções computadorizadas internacionais. A chuva perde força e para ao longo da terça-feira.
Rios seguem altos na Grande Porto Alegre e exigem atenção, entretanto o que mais causa preocupação são os arroios que cortam a região, inclusive os de Porto Alegre, que estão muito altos ou transbordando. Maior foco de preocupação é a zona Norte que está com o Arroio Feijó muito alto (transbordou em Alvorada) e os banhados em torno do Sarandi (área da Fiergs) com os seus níveis extremamente altos. Com a chuva volumosa de hoje, não se pode afastar extravasamento em pontos destas regiões. Recomenda-se ainda que se empreste especial atenção às áreas de encostas pelo solo saturado ante a chuva excessiva recente, o que traz risco de deslizamentos nas zonas de risco.
O ingresso de massa de ar frio no final desta segunda-feira e ao longo da terça deve se dar com vento do quadrante Sul moderado, mas que deve ter rajadas fortes na parte superior da Lagoa dos Patos. Por isso, mesmo que o Guaíba esteja baixando, o vento Sul tende a represar o escoamento das águas para a lagoa e o nível do lago deve voltar a se elevar, o que exige atenção com as ilhas.
PREVISÃO DIÁRIA
Segunda (20/7): Alerta. Muitas nuvens e extrema instabilidade. Chuva no decorrer do dia que deve ser por vezes forte a torrencial com altos volumes. Condições de temporal em alguns momentos com risco de granizo e vento forte. Muitos raios. Alguns intervalos sem chuva. Máximas perto de 20ºC no começo do dia e mínimas de 13ºC a 15ºC no fim do dia. Vento Sul moderado.
Terça (21/7): O começo do dia ainda tem instabilidade com chuva. O risco de temporal cede. No decorrer da terça o tempo deve apresentar melhoria gradual e não se pode até afastar que o sol possa aparecer acompanhado de nuvens durante a tarde. Será um dia mais frio. Mínimas de 8ºC a 10ºC à noite em alguns pontos e máximas de 15ºC a 17ºC. Vento Sul moderado.
Quarta (22/7): Massa de ar seco e frio passa a definir as condições do tempo em Porto Alegre. Tempo aberto com sol e períodos de céu claro. Mínimas de 6ºC a 8ºC com máximas de 16ºC a 18ºC na maioria dos bairros.
Quinta (23/7): O sol predomina mais uma vez em Porto Alegre, mas pode haver aumento da nebulosidade da tarde pra noite. A madrugada é fria e tem chance de nevoeiro na região com mínimas de 8ºC a 10ºC nos bairros mais frios. Tarde bastante amena para o fim de julho com marcas de 20ºC a 22ºC na cidade.
Sexta (24/7): Uma área de baixa pressão traz aumento de nuvens e chuva no decorrer do dia na cidade. Dados hoje não indicam chuva volumosa, mas precipitações podem ser de intensidade moderada em alguns momentos. Ocasionais intervalos de melhoria. Pequena variação de temperatura. Mínimas de 13ºC a 15ºC com máximas de 15ºC a 17ºC. Fontes a seguir...
(Meteorologista Luiz Fernando Nachtigall / MetSul Meteorologia)
A BeBe só latia apavora com a chuva, mas a Pyty sumiu nem ouvi ela latindo... Vejam como ficou na hora da chuva com pedras de gelo "GRANIZO" que ocorreu em Porto Alegre.
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