sábado, 1 de agosto de 2020

Autores Membros Associados da Sociedade Partenon Literário conta com mais de 170 sócios. Estamos atualizando a lista. Em construção.


Autores : Membros Associados 



001 - Cyro Martini da Silva
002 - Serafim de Lima Filho
003 - Irmã Edi Nicolau (*afs)
004 - Jacy Waldyr Fischer
005 - José Moreira da Silva
006 - Alcindo Guanabara Porto Alegre (*Int.cel)
007 - Ivan Antunes Martins (*Int.cel)
008 - Cláudio Pinto de Sá
009 - Cícero Galeno Urroz Lopes
010 - Zita Rosane Possamai
011 - Jalma Lúcia Poeta Lopes
012 - Mauro Nicola Povoas (*afs)
013 - Maria Luiza P. Alegre Tomatis (*afs)
014 - Maria Ragagnin Osmari (*afs)
015 - Valdir Gomes (*afs)
016 - Celso Antonio Ribas Arruda
017 - Eva Noeli Hilário Leite (*afs)
018 - Zaida Priebe Carvalho (*afs)
019 - Luís Alberto Cibilis (*afs)
020 - Ubirajara Silva Prates (*afs)
021 - Isabel Cristina F. de Lima (*afs)
022 - Paulo Bacedonio
023 - Frei Achylles Chiappin
024 - Eloy Divino Gonçalves Terra (*afs)
025 - Derly Paulo Silva Xavier (*afs)
026 - Hugo Rodrigues Ramírez (*Int.cel)
027 - Maria F. Dornelles da Costa 
028 - Jorge Alberto  Heisenhut 
029 - Vandir da Silva Peres (*exp)
030 - Walter Luigi Berengan (*afs)
031 - Eugenio Carlos Vasconcellos (*afs)
032 - Pedro Antonio Lütkemeyer
033 - Adriana Ribeiro Vieira (*afs)
034 - Dorothy Pancaro Avena (*afs)

035 - Darcy Pereira da Paixão
036 - Dinara Xavier da Paixão
037 - Joaquim Moncks (*afs)
038 - Amir Feijó Pereira (*int.cel)
039 - Nadir Silveira Dias
040 - Ligia Pedroso Lacerda (*afs)
041 - Luiz Carlos Berbigier (*afs)
042 - Vilson Quadros Santanense
043 - Fábio Dullius
044 - Elvira Carmen P. Correa (*afs)
045 - Antonio Silveira da Silva
Legenda (Informativa)
*afs – Afastado(a) por motivos pessoais. 
*Int.cel – Integrando o plano celeste (ao acolhimento dos céus)
*exp - Expulso (por violar estatuto)
OBS: O Partenon Literário conta com mais de 170 sócios.
Estamos atualizando a lista. Em construção.

Em edição**
046 - Charles de Jesus da Silva Netto
047 - Luiz Carlos da Silva
048 - Walter José Diehl
049 - Wanderley Alibio
050 - Bruni Rodrigues Reeffel
051 - Armando Quadros Branco
052 - Ricardo Baldazzare
053 - Antonio Frizon
054 - Rozélia Scheifler Rasia
055 - Raul Rodrigues Quevedo

Rafael Reginaldo Moura
Carlos Alberto Souza Medeiros
Felipe Raskin Cardon
Rafael Bán Jacobsen
Alzira Dornelles Bán
Mário de Castro
Jorge Ricardo de Souza Peixoto
Roberto André Mazzocco
Dilmar Xavier da Paixão
Simone Friedrich
Nelson Fachinelli
Maria Edinara Leão
Viviane Schiller Balau
Vlamir Vieira de Souza
Gessilda Porto Alegre Falcão
Adolfo Silva de Almeida
João  Marinonio Carneiro Lages
Gabriel Francisco dos Santos
Cleber Pacheco 
Aron Slutzky
Mário Barboza de Mattos
Nelnie Viale 
Ivanir Boa Pinto de Sá
Amália Navarro de Lima
Alberto de los Santos
Eloisa Rodrigues Porazza
Vanda A. Castro
Beatriz O. Azevedo Kiesling
Ivan Soares Schettert
Maria Tereza T.  Cardoso
086 Tatiana Cortes Gomes
Ilda Maria Costa Brasil
Lucas Cozza Bruno
Viviane Salatti Schitz
Olinda Vieira Martins
Margarete Moraes
Wilson Leipnitz
Paulo Roberto Alves dos Santos
Francisca de Carvalho Messa
Nair Stivanin
Benedito Melgarejo Saldanha
Carlos Rampanelli
Álvaro de Almeida Leão
Ruy Riograndino Franceschini
Guilherme Ant.º Nunes Zanoni
Ivan da Silva Coiro
Vergilina de Oliveira Ferreira
Marilene Marli Raggio Sbroglio
Harry Jung
Zeno Cardoso Nunes
Rui Cardoso Nunes
Hunder Everto Corrêa
Vanessa Menezes Burgueño
Antonio Soares
Jorge Otávio A  Teixeira
Jorge de Andrade Motta
Lourival Leite Villas Boas
José Valter Oliveira de Araújo
Rosane Echeverria Bastos
Eloisa Antunes Maciel
Milton José Pantaleão
José Rodrigues Arruda
Joyce Lima Krischke
João de Deus Canha
Delasnieve Miranda Dásper de Souza
Iara Pacini
Jorge Luiz Franco Linhaça
Sonia Maria Ferraresi
Floreny Ávila Ribeiro
Fátima de Royes Mello
Maria Elaine Machado Torres
Jeane Vainstein
Cristiane Maria Krug
Sérgio José Becker
Idiomar de Mattos
Marines Z. Bonacina
Alba Pires Ferreira
Diva Pavesi
Ana Lúcia Porto Alegre Steckel
Jéferson Dytz Marin
José Jerônimo Filho
Carlos Alberto Pessoa de Brum
Carlos Augusto Pessoa de Brum
Cecília Cardoso de Almeida
Vladimir Cunha dos Santos
Celso Gonzaga Porto
Alda Paulina Borges
Paulo Alves Cardoso
Danci Caetano Ramos
Alcione Sortica
Santa Ineze Domingues da Rocha
Angélica Rizzi Figueiró
Marley Silveira Poletto
Mariza Simon dos Santos
Antônia Nery Vanti
Maria Ivania Backes de Oliveira
Silvia Cristina S. Preissler                 
Tânia Rossi
Marina Martinez
João de Souza Machado
Antonio Cazão
Odone Antônio Silveira Neves
Maria Léris Steifuns
Elroucian Ucayali Santos da Motta
Leandro Borges Gonçalves
Valdemir Guzzo
Adélia de Lourdes Klaus Einsfeldt
Gerci Oliveira Godoy
Vera Lucia Martins Salbego
Edson Olímpio Silva de Oliveira
Élcio Conte
Gislaine Boeira Camarata
Beatriz Teresinha Balzan Barbisan
Maria da Conceição Silveira Hipolito
Roselaine Funari
Carlos Arthur Adams
Juliano Paz Dornelles
Maria Estela da Silva Dornelles
Adão Wons
( . . .) Fonte...

Fonte conforme link a seguir...
http://partenonliterario.blogspot.com.br/p/membros.html
 DIVULGAÇÃO DE OBRAS:Autores - Membros do Partenon Literário Enviar obras ao e-mail: partenon@prossumers.com.br - Imagem da capa do livro - Apresentação da obra  - Autor (biografia) - Link para download  - Como adquirir Atenciosamente J.P.D.
http://partenon-obras.blogspot.com.br/2015/05/divulgar-obras.html
Presidente Partenon Literário: ............. Fone (...) ....... – secretária ...... F:
(Era antes o ** A confirmar... Idiomar de Mattos – tesoureiro F:..........)
http://partenonliterario.blogspot.com.br/p/eventos.html

terça-feira, 14 de julho de 2020

Foto: Noite Fria - Com a Capital dos Gaúchos ao fundo no Rio Grande Sul/Brasil. E me lembrei dessa de uma de minhas poesias visto o Frio que Faz aqui em Porto Alegre, RS (Sendo que esta Registrada No Escritório de Direito Autoral na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro-RJ/Brasil- Cidade onde Nasci) e hoje estou aqui no Rio Grande do Sul, ok

Noite Fria 
(Sempre divulgando essa minha Poesia para os Bons Leitores da Internet).
Nesta linda noite fria
De inverno que se cria
Sinto Minhas mãos frias
Ao pegar uma caneta que cria
Lindos Versos em forma de Poesia;
Ponho minha mente em ação
Para ver se acho uma razão

De escrever algo que fale
Lá dentro do coração
Sinto meu rosto mais frio
Ao entrar desta noite cor de anil

E continuo escrevendo sem sentir calafrio
Onde fico pensando se alguém já se descobriu;
Também começo a pensar se alguém ja sorriu

Em ver que em outro ser
Que não tinha nem o que escrever
Pensou e agiu, tão logo que se descobriu;
"E hoje apenas independentemente do frio
que tudo aconteceu, pelo simples passar deslizante
da caneta nesta folha de papel pode criar linda Poesia".
Poeta da Sociedade  Partenon Literário (Charles Netto) 

#ficaemcasa, #alunovirtual

MINHAS POESIAS
Personalidades:
CHARLES NETTO - Autor
Registro:
209806, em 04/09/2000
Gênero:
Poesia
Obra Publicada:
Não
Tipo de Apresentação:
Xerox, 80 página(s).

E ainda: Sou um Poeta do Recanto da Letras... 
E da Sociedade Partenon Literário
... (Também sou ainda um dos autores eu publicou uma poesia na
Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos- Volume 54, que foi
lançado no dia 31 de Maio de 2009).

sexta-feira, 3 de julho de 2020

UNIVERSIDADE ABERTA: CLL (Coordenação do Livro e Literatura) - PALESTRA ONLINE SOBRE DRUMMOND com Pedro Gonzaga. Coordenação de Literatura e Humanidades - Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues - Secretaria Municipal da Cultura - Prefeitura de Porto Alegre

Complemento meu: #ficaemcasa e #usemácaras


PALESTRA ONLINE SOBRE DRUMMOND com Pedro Gonzaga


90 anos após sua estreia (Alguma poesia, 1930), Carlos Drummond permanece como o nome que elevou a poesia de língua portuguesa do século XX ao patamar da grandes criações líricas do Ocidente. Poeta das tensões da modernidade e da decomposição do velho Brasil arcaico; das angústias da interioridade e da exaltação erótica; da problemática social e da interrogação metafísica; todos estes motivos expressos em uma linguagem de admirável originalidade.

DRUMMOND será o tema da palestra online de Pedro Gonzaga, na terça-feira, 7 de julho, às 18.30 no Projeto UNIVERSIDADE ABERTA, da Secretaria Municipal da Cultura.

Quem desejar um certificado de participação, deve se inscrever gratuitamente na Coordenação pelo e-mail: cll@smc.prefpoa.com.br.

Acompanhe a palestra pelo Facebook da Coordenação de Literatura e Humanidades: https://www.facebook.com/clhpoa/.


Atenciosamente,

Coordenação de Literatura e Humanidades
Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues
Secretaria Municipal da Cultura
Prefeitura de Porto Alegre
(51) 3289 8050 / (51) 3289 8052
coordenacaodolivro.blogspot.com
facebook.com/cllpoa

Observo que recebi por e-mail e estou divulgando...

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Respeitem meus cabelos, brancos: música, política e identidade negra (Foi também indicado "Encontro" é uma ação- indicação de algo que te faz bem, ou pode fazer bem a outra pessoa, principalmente nesse período de pandemia. Tendo em vista meu Vínculo com o IFRS - Campus Porto Alegre: * Como (estudante do campus).

Radiola PW: Respeitem meus cabelos, brancos por: (Raulino Júnior)

Também esta lá no Projeto: "Encontros IFRS Porto Alegre"

   No Link a seguir...

 https://sites.google.com/poa.ifrs.edu.br/encontros/encontros-dispon%C3%ADveis/para-ler?authuser=0

Oi, pessoal! Tudo bem? Dentro de nossa programação do Novembro Negrovamos falar deaspectos da arte e da cultura que dialogam com nossa identidade negra. Como novidade, estamos estreando a seção Radiola PW, em que analisaremos letras de músicas que trazem temáticas e assuntos interessantes. Hoje, vamos destacar uma canção que foi composta pelo cantor paraibano Chico CésarA música Respeitem meus cabelos, brancos foi lançada no álbum homônimo, em 2002. Nela, Chico entoa um grito de liberdade e de respeito aos vários povos negros. Confira a letra:

Respeitem meus cabelos, brancos

(Chico César)

Respeitem meus cabelos, brancos

Chegou a hora de falar

Vamos ser francos

Pois quando um preto fala

O branco cala ou deixa a sala

Com veludo nos tamancos

 Cabelo veio da África

Junto com meus santos

Benguelas, zulus, gêges

Rebolos, bundos, bantos

Batuques, toques, mandingas

Danças, tranças, cantos

Respeitem meus cabelos, brancos

Se eu quero pixaim, deixa

Se eu quero enrolar, deixa

Se eu quero colorir, deixa

Se eu quero assanhar, deixa

Deixa, deixa a madeixa balançar

Na primeira estrofe, o compositor traz uma mensagem direta e enfática: ele pede o respeito dos “brancos” e exige sinceridade para lidar com as questões acerca das características físicas de parte do povo negro. Nesse sentido, faz um interessante jogo de palavra com os vocábulos “brancos” e “francos”. Mas, como o termo “cabelos” atua também como metonímia, essa referência ao fenótipo negro é o que está evidente, na superfície. Na verdade, Chico chama a atenção para que o debate em torno das dificuldades que @s negr@s enfrentam no cotidiano, em pleno século XXI, não deixe de ser feito. Ninguém deve se esquivar e deixar a sala “com veludo nos tamancos”. O respeito exigido na música é em relação a todos os aspectos da negritude.

Em artigo publicado no primeiro semestre de 2012, na Revista Famecos, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), intitulado Respeitem meus cabelos, brancos: música, política e identidade negra, em que fazem uma análise da música de Chico César, Felipe Trotta e Kywza dos Santos afirmam que o discurso de Chico “dirige-se contra uma posição social. Não são exatamente pessoas concretas, mas papéis condensados em atitudes racistas e faltas de respeito” (p. 243). Ou seja, a mensagem que Chico quer passar vai muito mais além daquilo que está escrito.

Num texto publicado no seu site oficial, ao falar da canção, Chico declara: “Quando digo ‘respeitem meus cabelos, brancos’ não falo só de mim nem quero dizer só isso. Debaixo dos cabelos, o homem como metáfora. A raça. A geração. A pessoa e suas ideias. A luta para manter-se de pé e mantê-las, as ideias, flecheiras. É como se alguém dissesse ‘respeitem minha particularidade’. É o que eu digo, como artista brasileiro, nordestino, descendente de negros e índios. E brancos. Ou ainda no plural: minhas particularidades mutantes. Fala-se em tolerância. Pois não é disso que se trata. Trata-se de respeito”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=yLvGD-7qi1I&w=420&h=315]

Já nas 2ª e 3ª estrofes da música, Chico César justifica o seu grito remetendo aos povos que estão na origem de tod@s @s negr@s. O autor fala de grupos étnicos oriundos da África e enfatiza que o cabelo veio desse continente. Nas entrelinhas, é como se Chico alertasse que as características dele e das etnias das quais descende devem ser respeitadas, pois são motivo de orgulho entre os seus.

Por último, Chico enumera as diversas formas de cabelo que uma pessoa pode assumir e clama pela liberdade dessa ação: “Deixa a madeixa balançar”. Na versão em áudio da música, ao pedir para que a sociedade deixe cada um se expressar à sua maneira, o intérprete acrescenta a pergunta: “Fui claro?”. Não precisa dizer mais nada, não é? Quem é Chico César

Francisco César Gonçalves, o Chico César, nasceu em Catolé da Rocha, interior da Paraíba. É formado em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba e exerceu a profissão até 1991, quando decidiu se dedicar somente à música. Com 49 anos de idade e 22 de carreira, Chico César é um dos artistas mais aplaudidos da Música Popular Brasileira. Autor de canções como “Mama África”, “À primeira vista”, “Pensar em você” e “Pétala por pétala”, o cantor se reinventa a cada trabalho que faz. Além da música, passeia pela literatura também. Já escreveu dois livros: “Cantáteis (Cantos Elegíacos de Amozade”, de 2005; e “rio sou francisco” (assim mesmo, com minúsculas!), de 2012. Atualmente, é Secretário de Estado da Cultura da Paraíba.Ainda: Respeitem meus cabelos, brancos: música, política e identidade negra,

Felipe da Costa Trotta, Kywza J. F. P. dos Santos

Resumo:

A música popular é um artefato midiático através do qual são negociados socialmente pensamentos, valores, ações e estratégias de identidade individual e coletiva. Neste artigo, analisaremos as nuances discursivas que integram a canção Respeitem meus cabelos, brancos, de Chico César. Parte-se da hipótese de que por trás de um discurso militante e acusatório revelam-se diversas ambiguidades discursivas que integram a posição do autor sobre identidade negra. Os debates atuais sobre racismo acionam um posicionamento dicotômico (brancos x negros), presente na letra, mas relativizado pela ironia do uso não ortodoxo do reggae, pela ambiguidade da capa do CD, pela indefinição tonal e pelo criativo uso da vírgula, que condensa toda uma gama de deslocamentos interpretativos, contribuindo densa e criticamente para o pensamento atual sobre negritude no Brasil.

Palavras-chave

Música popular; identidade negra; Chico César

Referências

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1980-3729.2012.1.11350

ISSN-L: 1415-0549 | e-ISSN: 1980-3729

Fontes nos link a seguir...

http://blog.pat.educacao.ba.gov.br/2013/11/radiola-pw-respeitem-meus-cabelos-brancos/?fbclid=IwAR3NstsmXwntsVTn5_xQ-kZ3Xznhi3puL70_hdmgFjDVuH7da0qptu7NISc

http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos/article/view/11350

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Imaginando e refletindo agora sobre o isolamento #ficaemcasa durantes esta quarentena de 2020 devido ao Coronavírus-Covid-19 e a: Solidão Existencial que cada Escritor(a) ou Poetisas e Poetas estão passando sem precedentes neste Século XXI... :( Mas todos devemos atender ao solicitado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) que é para todos #ficarememcasa

Na Foto: Após os autógrafos da Coletânea de Literatura: 'Na 64ª Feira do Livro em 10 de novembro de 2018 às 17: 30 horas e no Memorial do RS🇧🇷️👏😃🤔👀🤵😂 - Autógrafos eu em uma de minhas Poesias "Noite Fria" e outros Poetas e Poetisas também... — em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Pensando muito nesse Provérbio Chinês... E o Pior é agora: Pensar no Coronavírus-COVID-19 e a Saúde do Planeta!

Imagem Reprodução Facebook: Revista AnaMaria - 1º abril 2015  #revistaanamaria

PROVÉRBIO CHINÊS: "AQUELE QUE RETORNA DE UMA VIAGEM NÃO É O MESMO QUE AQUELE QUE PARTIU"....

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